Os traços mágicos e as cores encantadas de Athos Bulcão

Athos Bulcão (1918 - 2008) fez sua primeira exposição individual em 1944, na sede do Instituto de Arquitetos do Brasil/RJ. Foto/Imagem Fundação Athos Bulcão.
Celebramos este ano o centenário de nascimento de Athos Bulcão. O Centro Cultural Banco do Brasil montou uma exposição para registrar a contribuição desse carioca de nascença, que ficou conhecido no meio artístico pela diversidade de sua obra e sua inegável importância histórica e cultural para as artes visuais brasileiras.


A exposição fica aberta até o dia 15.10, no CCBB da capital paulista.

Não há muito a se acrescentar a história deste distinto muralista, pintor, escultor e desenhista, que abandonou uma promissora carreira médica para auxiliar Portinari no painel de São Francisco da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte. Mas, foi o trabalho com Oscar Niemeyer na construção de Brasília que mudou radicalmente sua trajetória criativa.

Mural no Palace Hotel, em Brasília. Foto at Google Image.

O conjunto da obra de Athos não são trabalhos para ficarem aquartelados em galerias e museus. Ao contrario, é um acervo bastante vário que é consagrado ao deleite e ao bem estar urbano – o público entra acidentalmente em contato com sua obra, quando passa para ir ao trabalho, à escola ou simplesmente passeia pela cidade.

Mural externo em Brasília, na SQS, com formas e traços inspirados no jardim de infância. Foto at Google Image.

Lá, em São Paulo, o CCBB apresenta mais de 300 obras, incluindo trabalhos inéditos. A curadoria (de Marília Panitz e André Severo) procurou tornar possível construir a trajetória do artista no Brasil e exterior, desde sua inspiração inicial pela azulejaria portuguesa, seu aprendizado sobre utilização das cores, até a duradoura e genial parceria com o arquiteto João Filgueiras Lima.

Horário para visitar a exposição e agendamento at 

Foto at Google Image.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Oportunidades: no V Salão Internacional de Arte Contemporânea de Alagoas

Nas Artes, a temporada está sempre aberta